segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Nosso amor não deu certo!!!

Nosso amor não deu certo
Gargalhadas e lágrimas
De perto fomos quase nada
Tipo de amor que não pode dar certo
Na luz da manhã
E desperdiçamos os blues do Djavan

Demasiadas palavras
Fraco impulso de vida
Travadamente na ideologia
E o corpo não agia como se o coração
Tivesse antes que optar
Entre o inseto e o inseticida

Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo de querer conquistar
Uma coisa qualquer em você
O que será

Como nunca se mostra o outro lado da lua
Eu desejo viajar pro outro lado da rua
Meu coração galinha de leão
Não quer mais amarrar frustração
Ó eclipse oculto na luz do verão

Bem que nós fomos felizes só durante o prelúdio
Gargalhadas e lágrimas até irmos pro estúdio
Mas na hora da cama nada pintou direito
É minha cara falar
Não sou proveito, eu sou pura fama

Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo de querer conquistar
Uma coisa qualquer em você
O que será

Nada tem que dar certo, nosso amor é bonito
Só não disse ao que veio, atrasado e aflito
E paramos no meio sem saber os desejos
Onde é que iam dar
E aquele projeto ainda estará no ar

Não quero que você fique fera comigo
Quero ser o teu amor, quero ser teu amigo
Quero que tudo saia como um som de Tim Maia
Sem grilos de mim, sem desespero
Sem tédio, sem fim

Não me queixo
Eu não soube te amar
Mas não deixo de querer conquistar
Uma coisa qualquer em você
O que será


****

Solidão a dois de dia
Faz calor, depois faz frio
você diz: já foi
Eu concordo contigo
você sai de perto
Eu penso em suicídio
Mas no fundo eu nem ligo
Você sempre volta
com as mesmas notícias

Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
para poder me livrar
Do prático efeito
Das tuas frases feitas
Das tuas noites perfeitas, perfeitas.

Solidão a dois de dia
Faz calor, depois faz frio
você diz: já foi
Eu concordo contigo
você sai de perto
Eu penso em homicídio
Mas no fundo eu nem ligo
Você sempre volta
com as mesmas notícias

Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
Pra poder te negar
Bem no último instante
Meu mundo que você não vê
Meus sonhos que você não crê, não crê.

Eu queria ter uma bomba
Um flit paralisante qualquer
Pra poder te negar
bem no ultimo instante...
****

Vocês devem estar se perguntando que merda é essa né?
Pois é... Eu resolvi fazer uma pequena homenagem ao meu Cazuza e é claro ao meu ex "namorado".
Vou contar um segredinho pra vocês...
Na primeira vez que eu e ele ficamos juntos, no som do quarto dele, começou a tocar essas duas músicas... É um momento que com certeza nunca me esquecerei... Vocês podem até acha bobagem, mas apesar de ele dizer hoje em dia que eu nunca o amei eu digo agora: AMEI SIM, E MUITO, MUITO MESMO!!! Mas agora já passou... Afinal tudo nessa vida passa não é?

Mudando um pouco de assunto, nesse sábado eu tenho um encontro de família em Santa Maria... Vai ser ótimo, eu simplesmente adoro os encontros da igreja Batista, a gente sempre tem a oportunidade de aprender muito!!! E já tem gente me chamando de santinha por conta da igreja... Eu não me darei o trabalho de explicar nada sobre isso ¬¬


****
Bom Agora vou deixar aqui mais um poeminha meu ^^




Não temas a noite
Pois a lua brilha
Não temas a escuridão
O sol apenas se esconde

Não temas o fogo
É apenas chama que tão logo se apaga
Ao soprar do vento
Ao cair da chuva gélida.

Não temas os espíritos
Não podem tocar-te
As sombras não lhe podem proferir
um maldição sequer.

Não temas a dor
Poque ela vai e volta
Como a ressaca do mar
Num dia frio de inverno.

Não temas o amor
É como a chama de fogo
Que tão logo se apaga.
Pura ilusão de ótica.


Mil beijinhos a todos ^^

sábado, 12 de setembro de 2009

voltando a ativa depois de passar milênios sumida.

Oi pessoal! Não é preciso dizer pela milésima vez que estou voltando depois de longos anos sem postar, etc, etc, etc.
Eu estava um pouco deprimida (novidade) por isso estava sumida. Estão acontecendo coisas ruins na minha casa, agora sou praticamente filha de pais separados. Eu ia falar um palavrão, mas acho que nas atuais circunstâncias ainda seria pouco para retratar a minha raiva e a minha tristeza imensa.


Mas fora esses acontecimentos bizarros e completamente irritantes eu estou muito bem obrigada =D. Até mesmo consigo sorrir mesmo depois se tanta coisa ruim!!!


Creio que não vou voltar a postar Garotos não choram tão cedo, até por que inspiração é uma coisa que esta faltando (e tempo também). Mas acho que vou logo, logo, começar a escrever uma história yuri -para quem não sabe uma história yuri vem a ser uma história de meninas-. Moony me diria que não tem talento para esse tipo de história... Ela sempre diz que não consegue, mas agora que é hétero eu duvido ¬¬. Sim eu to puta e sei que o Rô também está ¬¬.


Eu na verdade, hoje, só estou postando para dar as caras e dizer que estou viva mesmo que ninguém se importe realmente com isso ^^. Em questões emocionais... Estou com uma pessoa no momento, mas não convém mencionar o nome dele, não. A relação está meio parada, mas é assim mesmo, logo que esses problemas passarem ficaremos bem como estávamos no começo =D.


Sinto que tenho que me despedir agora. Preciso ah... Dormir, e me lembrei agora que deixei a máquina de lavar cheia de roupas o.õ. Mil beijos a todos!!!

domingo, 26 de julho de 2009

Tentando INUTILMENTE encontrar a real Felicidade

Gente que catástrofe... tá morrendo gente no mundo inteiro por causa de uma porcaria de uma gripe!!! Você anda pelas ruas ou pelos hospitais e tem a sensação de esta em um daqueles filmes de ficção cientifica. É muita loucura. Minha cidade está tomada pelo medo da doença, eu nem ao menos sei o número de infectados aqui em Santiago, só sei que deve ser muito. Eu até queria postar alguma coisa em relação a nova gripe, mas não farei isso. Vou fugir um pouco do "assunto" do momento pra postar mais alguns poemas de minha autoria. Beijos à todos.




Só.



Ando só...
Sem rumo pelas ruas
Sem teu amor ao meu lado
Ando triste
Calado.

Ando sem sorte
Abandonado ao relento
Ando aos farrapos pelos cantos
E doente
Caindo aos pedaços

Ando só
Só eu, e o vento, e o mar.

****


O perfume

Queria extrair de tua boca
O teu mais doce veneno
Alcançar na tua língua
O teu mortal segredo

Demasiadas palavras
Fingidoras me afligem o peito
E me falta o ar
E em tudo me anseiam

Queria destilar o teu perfume
Beber a essência do teu Eu
E matar a minha sede.
Nunca mais vou ter você

E nem o sabor do mais cruel perfume
Que em essência sempre será.

****

Mil beijos a todos!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Continuação, Cap 10 Não existem coincidências no universo...

O dia não estava com uma cara muito boa. O sol, escondido entre nuvens, fazia com que o céu retrata-se uma vaga ideia de morte no ar. As pessoas não andavam na rua, o calor era quase insuportável e as árvores não balançavam com o vento, pois não havia vendo algum naquele local. Apenas os cachorros latiam lá fora e ainda assim, eram latidos longiquos, apenas ecoados pelo silêncio daquela tarde sombria.

De minha janela podia observar as poucas pessoas que circulavam na rua, mesmo com ar condicionado ligado sentia-me como se estivesse em um local abafado, o sono me tirava a concentração nos estudos e minhas mãos tremiam por algum motivo desconhecido por mim. Uma ambulância passou em alta velocidade, o que não me deixou surpreso com tanta gente doente por conta do tempo. Minutos depois um carro da policia. Algo passou por minha cabeça mas eu não conseguia pensar em nada a não ser em Gabriel. Pulei da cama, calcei um All Star, e fui telefonar da sala. Ninguém em sua casa atendia o telefone, aquilo me irritara profundamente. Liguei a televisão por algum motivo banal. O telefone tocou.

-Ele fez o que?! -exclamei aflito ao telefone.
-É melhor você vir agora. Vai acontecer uma desgraça! -falou a irmã de Gabriel aflita ao telefone.
-Ok estou indo!

Peguei a carteira e sai.

Ao me aproximar da rua em que Gabriel morava, quase não se dava para enxergar a casa, haviam inúmeras pessoas em frente a casa cochichando e apontando. Todos aqueles comentários me apavoravam.

-O garoto tá com uma arma apontada pra cabeça do pai! -escutei alguém falar.
-Ele está totalmente transtornado não sabe nem o que diz ou faz, a toda hora coloca a cabeça para fora da janela e grita com as pessoas...
-O garoto enlouqueceu!

Quando consegui me aproximar da casa uma arma disparou e a bala atravessou a porta.


****



Continua...


Demorei, mas postei \o/

Beijos a todos ^^


domingo, 24 de maio de 2009

Capítulo 10. Não existem coincidencias no universo.

Estou certo, hoje mais do que nunca, de que os acontecimentos naquela época aconteceram de maneira inesperada. No começo me parecia uma tolice imaginar que Bárbara, sobrinha mais velha de Joe, seria a... amante de Gabriel, mas foi exatamente o que aconteceu.
Certa noite, depois de sair da escola, passei na casa de Gabriel para ver se estava tudo bem já que tinha me ligado para dizer que tinha pegado uma gripe forte, e que não iria sair de casa por pelo menos uma semana. Quando cheguei a porta estava aberta, simplesmente entrei e me deparei com Bárbara, a mesma Bárbara sobrinha de Joe, sentada no sofá. Ela se assustou mas quando me reconheceu abriu um enorme sorriso e veio ao meu encontro.
-Cara é você mesmo?! -disse ela surpresa.
-Sim... Você está bem? -indaguei.
-Ótima! Mas o que você faz aqui?
-Eu... estou apenas de passagem... -falei tentando disfarça minha total irritação por conta daquela situação em que me encontrava.
-Eu to aqui por uns tempos... O Gabriel me chamou e eu resolvi ficar por uma semana.
-Vocês são amigos? -perguntei
-Ele nunca te falou? Estamos namorando... e já fazem uns cinco ou seis meses.
E foi o bastante para eu me descontrolar de vez. Num acesso de fúria contei toda a verdade a ela, que no começo ficou um tanto confusa mas acabou caindo em si e começou a chorar sem parar. Quando Gabriel chegou e viu os dois sentados no sofá olhando para a porta e esperando por ele, ficou inteiramente sem voz. Pensei que ele fosse cair ali mesmo, na porta.
-Nick... é, o que você esta fazendo aqui? -perguntou surpreso.
-Eu só queria ver se a febre do meu namorado estava muito alta...
-Eu acho que tá havendo um mal entendido, Nicolas. -falou ele quase sem voz
-É claro que ta havendo um mal entendido, seu idiota! -gritou Bárbara.
-Fala baixo senão meus pais acordam.
-Eu estou pouco me lixando pros seus pais. -falou ela levantando-se e indo em direção a porta.
-Onde você vai Bárbara? -falou ele nervoso.
-Nunca mais me ligue, nem me procure. Vê se esquece que eu um dia existi. -e saiu batendo a porta atrás de si.
Saí daquela sala sem dizer uma palavra. Sabia que não seria uma boa coisa me envolver com um garoto, mas ainda assim insisti e me iludi completamente... e o pior de tudo, é que eu aprendi a ama-lo, e a ama-lo loucamente.
****
Foram três meses sem vê-lo na minha frente uma só vez, os dias pareciam mais longos naquele inverno. Eu sentia uma falta imensa da companhia de Gabriel, mas não havia nada a ser feito por nós dois.
Foi no mês de Setembro que recebi a segunda pior notícia de minha vida, desde que Joe morrera. Eu estava prestes a perder a segunda pessoa que mais amei na vida... prestes a perder um amor novamente, mas dessa vez eu poderia mudar a situação... só me faltava coragem para isso.

****


Gente... o blog ficou as moscas 0.0 prometo que nunca mais faço isso :O. Mas foi preciso. Agora estou livre de notas ruins na escola xD

Mas agora está tudo em ordem... o décimo capitulo ta aew... inacabado mas ta aew... Então é isso... Mil beijos =D

domingo, 26 de abril de 2009

Continuando...

Passei o resto da semana pensando na "conversa" que tive com Gabriel em minha casa e, sinceramente, me sentia como um homem desconfiado e traído. Era ridículo pensar na ideia de estar sendo traído por ele, mas se minhas suspeitas fossem deveras, falsas teria que me desculpar pro resto da vida, entretanto se fossem reais... Eu não sabia ao certo que decisões tomar.
Quando menos esperei enfim um telefonema! Demorou mas antes tarde do que nunca. A conversa foi de fato um tanto confusa, ele estava eufórico, muito agitado, como se estivesse muito feliz por algo que acabara de realizar com sucesso. Marcamos por fim um encontro naquela mesma praça em que nos conhecemos às três da tarde naquele mesmo sábado.
****
Caminhei rapidamente até chegar a praça, estava pelo menos uns vinte minutos atrasado. Inconscientemente, tinha feito isso de propósito...
-Oi. -falou ele sem me olhar direto nos olhos.
-Oi. -respondi secamente.

-Precisamos conversar...

-Eu sei disso.

Derrepente, Gabriel começou a chorar como uma criança assustada, aquilo me deixou nervoso e confuso, mas não me preocupei em dar-lhe o ombro. Ele tinha cometido o erro, então ele deveria concerta-lo.

-Desculpa Nick... -falou soluçando.

-Eu gostaria que você me explicasse, por que ainda estou no escuro. -falei olhando-o nos olhos.

-É que... Eu tava com outra pessoa...

-...

-Eu não devia ta fazendo isso com você, você foi maravilhoso, nunca me deu motivos para desconfianças, eu sou mesmo um...

-Melhor você se calar, tá legal? -falei interrompendo-o. -Eu tava gostando mesmo de você, sinto o cheiro de traição... e é uma coisa que não perdoo de forma alguma.

-Eu queria que você me perdoasse, a gente poderia recomeçar...

-Recomeçar o que garoto?! -falei alterado. -Você ficou com outra pessoa! Não tem nada o que recomeçar.

-Por favor não fica assim... -falava ele com os olhos cheios de lágrimas.

-Eu não quero mais ver você! -me levantando daquela grama.

-Por favor Nicolas eu amo você... -falou ele me seguindo.

-Acabou...

-Eu nunca mais vou vê-la!

-Quem?

-Bárbara...
****
Saí dali atônito. Bárbara... Aquele nome não me era estranho e mais, era o nome da sobrinha de Joe. Mas não poderia haver esse tipo de coincidência no universo, logo a garota que eu amava tanto, uma das poucas amigas verdadeiras que eu tinha, me apunhalando, ficando com o meu namorado? Mas eu não a culpava. Nem ao menos teria como saber que ele era realmente meu namorado, mas eu precisava falar com ela, que que fosse apenas para tirar uma dúvida. Afinal era um nome comum e poderia ser qualquer uma... Mas minha intuição não me deixava pensar exatamente assim...
Continua...
****


Bom, peço desculpas por estar parando sempre na metade do caminho... mas meu tempo é realmente muito corrido, sempre que posso, passo aqui no Blog e deixou alguma coisa. Vida de estudante é uma lástima ¬¬. Mas a vida é assim mesmo.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Continuação

Como já era previsto Gabriel e eu começamos a namorar, não poderia jamais dizer que o amava, mas gostava de sua companhia, gostava da forma como me beijava, como me tocava, como fazia amor. Era bom tê-lo por perto, mas com o tempo o namoro foi se tornando cada vez mais cansativo, era difícil namorar com tanto ciúmes e com tantas desconfianças. Não por mim, mas por ele.
Telefonemas estranhos de noite quando estávamos juntos, desculpas para não sair, depois isso, amanhã aquilo, deixa para a próxima, etc. tudo motivo para nunca estar comigo. Eu estava mesmo achando que ele me escondia alguma coisa, e não era de pouco tempo, mas sim, desde o começo do nosso namoro. Um dia encontrei na frente de casa com um "amigo" e cessaram a conversa logo que me aproximei. Aquilo me intrigou, e muito. Quando resolvi pergunta-lhe o que estava acontecendo, Gabriel se irritou comigo e me disse que não estava me traindo, se era o que eu estava pensando. Eu nem sequer havia insinuado essa hipótese.

Resolvi marcar um encontro para conversamos com calma. No fim da tarde a campainha tocou.

-Pensei que não viesse mais... -falei dando-lhe um beijo no rosto para evitar que as pessoas na rua notassem alguma coisa. -Entra.

-Foi mal, tive que resolver uns assuntos.
-Que assuntos? -falei com um gesto para que se sentasse no sofá.
-Nada importante demais.
-Eu gostaria de saber.
-Já disse que não é nada! -falou meio enfurecido.
-Não precisa falar assim
-A culpa é sua por me pressionar! -falou em alto tom de voz.
-Dá pra ser mais educado? Minha mãe tá em casa. -falei quase num sussurro.
-Foi mal... Acho melhor ir embora.
-Não precisa.
-Não, preciso mesmo ir.
-Vai pra casa? -perguntei
-... -Me olhou com cara de quem diz "isso não é da sua conta"
-Ok. Não vou mais insistir.
-Até amanhã. -falou abrindo a porta e me dando um beijo na boca.
-Nem precisa vir... se tiver algo mais importante pra fazer...
-Não seja infantil.
-Foi mal...

E ele saiu fechando a porta atrás de si.
****

Continua...